Tempo de alegria e de festa. Coincidindo com a primavera, chegou a nós D. António Francisco dos Santos.

Amado por onde passou, aqui também se saberá amado. Tudo porque fez da sua vida um canto à doação. Também um grito ao amor solidário. Para com todos, sobretudo, para com os excluídos da sociedade e da igreja.

Sentimos que traz consigo um forte desejo que se traduz em “prazer espiritual de ser povo”. Faz parte do seu ADN estar próximo da vida das pessoas, e ser com as pessoas “operário do mundo novo em construção”.

Por isso, o Senhor D. António se define, como escreve o Papa Francisco: “eu sou uma missão nesta terra”. Ser missão é parte do seu ser. Ser próximo é tradução do seu viver. Ser solidário é página reveladora de Jesus para nós.

Março/Abril 2014

Pe José Lopes Baptista

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