Reúnem com os concidadãos. Cantam e cultivam valores. Narram e refletem, às vezes, com silêncio. Fazem memória e emendam, às vezes, aquilo que precisa de crescer em luz, sal ou fermento. Assim são os cristãos. Demasiadas vezes quebramos o bom re-lacionamento, física e espiritualmente, com a Igreja, com Deus, com os outros, com as famílias. Cada pessoa está liberta para ter a missão da alegria? E do diálogo? Ou do discernimento? Na humanidade, Deus comunica uma har-monia, um espírito, uma consciência.Fica claro, que não é suficiente proceder à reunião dos filhos de Abraão (cf. Dom António Couto, Quando Ele nos abre as escrituras, 156 ss). É necessário ir mais longe, emendar, refazer as situações e o mundo dos filhos de Adam. Ser luz das nações, como S. Paulo acendeu a luz de Cristo em Corinto (1 Cor 1, 1-3). Como S. Paulo, é urgente ser perito em evangelizar através das famílias.A humanidade de Jesus, com Zaqueu e seu concidadãos – (…) devo ficar em tua casa!, com a adúltera e os outros habitantes – quem nunca pecou? e – (… não voltes a pecar!), com a samaritana e os habitantes sedentos de Deus da região, – adoradores em espírito e verdade, é espiritualidade transformadora para que cada um seja melhor ser humano. O ser humano será vencedor da desarmonia, do quebra de relacionamento, ou do pecado, quando o baptizado e crismado, é também o Cordeiro de Deus – Talya- cordeiro, servo, filho, pão, que tira o pecado do mundo. Esta identidade não só de Jesus manso e humilde de coração, nosso irmão e alimento, é luz de perdão e de emenda harmoniosa, em muitos casos.

Pe José Barros

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